Apesar das mudanças promovidas pela Reforma Curricular, uma carta permanece oculta sobre a mesa da política acadêmica: a disparidade entre os cursos diurno e noturno. Esses dois “cursos” são tratados de forma muito diferenciada, seja na oferta de optativas/tópicas (com horários incompatíveis com o noturno), presença de professores (apenas um titular dá aulas no noturno), seja no acesso a estrutura da faculdade (horário de fechamento da biblioteca, laboratório de informática, ou na condição do estudante-trabalhador, desgastado para aulas-palestra).
Para mudar essa realidade, só a força política dos estudantes organizados. O CAHS deve ser um instrumento para fortalecer a luta pela superação dessas disparidades.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
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